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Cheguei até o apartamento e fiquei o esperando chegar, e ao ouvir a porta movimentando-se, pulei do sofá e sorri animado ao observar a caixa do tênis que ele tinha em mãos. Cuja qual ele segurou até que estivesse sentado ao meu lado, me entregando e assistindo o jeito animado como os calçava. Ficou perfeitamente ótimo em meus pés e olhei para o homem com um sorriso de gratidão no rosto. -Obrigado, Senh… Samuel.- O homem apenas abriu os braços pedindo pelo sua retribuição pelo presente. Me aproximei o abraçando, e em pouco tempo o que era para ser um abraço inocente de gratidão se transformou numa pegação interrompida por um telefonema para o Samuel. Que se afastou praguejando, e atendeu calmamente arrumando sua gravata.  Arrumei minha roupa no lugar e encostei-me em seu ombro o aguardando terminar. -Estou em um dia cheio, criança. Quer que te leve em casa? Se quiser pode passar a noite aqui novamente.- Passou a mão por cima de meus ombros. -Eu preciso ir para a escola, mas se quiser me buscar eu posso vir.- Afirmei, mentindo. Iria ser ótimo se pudesse viver ali, sobraria bastante dinheiro, mas teria que viver correndo de um lado a outro, além de ter que comprar um uniforme. -Então vamos combinar assim meu doce, te busco ás seis na porta da sua escola, não se atrase e vá se vestir.- Levantei-me, vestindo o uniforme e colocando minhas roupas na mochila, e segurei na mão do homem para sairmos. Ao entrarmos no carro ele explicou sobre ter que dar uma parada na empresa antes, e apenas concordei.

Dirigiu até a porta de uma grande empresa, e me pediu para sair do carro junto dele, pois ia demorar um pouco. No Hall de entrada haviam algumas cadeiras e mesas -Você pode me esperar aqui?- Assenti com a cabeça, mas antes que fosse em direção aos bancos, ele se deparou com ninguém mais ninguém menos que o Denny Gaspar, e apertou sua mão. -Bom dia, Denny. Desculpe por ter lhe falado sobre a reunião ontem tão tarde, espero que tenha tido tempo para organizar seus documentos.- Apertou-lhe a mão, e logo olhou para o lado, talvez percebendo que eu estava de enfeite ali vestido naquele uniforme que novamente fazia com que todos olhassem em minha direção. - Se apresente, criança- Eu odiava aquele homem me chamando de criança, porém não podia fazer nada contra isso quando havia mentido minha idade. -Bom dia, me chamo André, é um prazer.-  Apertei sua mão cordialmente. -Ele está morando comigo. Não é lindo? Vá André, pode se sentar lá.- Era claro o sorriso apenas por simpatia que Denny tinha em seu rosto, ele claramente sabia que eu não tinha nada de 17 anos, muito menos que estudava naquela escola. E eu nunca sequer imaginaria que ele era uma pessoa tão cheia do dinheiro. Já havia me interessado por ele, e inegavelmente havia pensado muito no que tinha acontecido n o bar, adoraria poder conversar com ele e entende-lo, afinal, um homem de aparência tão indiferente e imponente, havia chorado como uma criança indefesa em frente aos meus olhos. Todavia provavelmente as chances de eu conseguir reencontra-lo eram enormes agora, mesmo que ainda sim seriam encontros bastante estranhos, afinal eu estava saindo com seu colega de trabalho.  

Me sentei em um dos bancos e logo duas mulheres cercaram apressadas ao meu redor. Abaixei a tela do celular quando ouvi a voz espevitada falar. -Ei, você está namorando com o diretor?? Soube que ele já deu uma casa para um ex namorado dele, e não tomou de volta!- Estava confuso e apenas olhava para elas, que estavam uma de um lado e outra de outro. -Ele tem bom gosto, você parece um modelo, mas se a polícia pega-lo namorando com meninos tão novos isso pode ser um problema- Elas mal falavam para mim, só estava ali para ser o estopim da conversa. -Sim, uma vez ele apareceu com uma estudante de 17 anos , e ele tem 42. Não existe quem fique com ele por amor. É o que está fazendo, né garotinho? O que ele já te deu?- Meus ouvidos doíam de tão rápido que elas falavam, mas apenas lhes respondi sinceramente. -Um tênis… E um dinheiro para comprar roupas. Mas eu não quero ficar muito tempo com ele, é estranho.- Respondi fazendo bico e elas apenas concordaram, anotando os números dos telefones em um bloco de notas e me entregando. -Ligue pra gente quando estiver livre.- Saíram calmamente com as pastas de documentos em mãos. E não demorou muito até que Samuel aparecesse para me levar até a escola, onde me deixou exatamente na porta no horário de entrada dos alunos. -Se cuide, venho te buscar- Avisou, fechando o vidro em seguida e saindo. Que problema fui me meter, todos olhavam para mim novamente por conta do carro que me deixou ali e minha aparência de aluno novo. Mas nem cheguei a entrar na escola, voltei para casa e comecei a arrumar minhas coisas, cobri devidamente a televisão, coloquei o colchão num canto mais reservado, desliguei a mini geladeira e dobrei as roupas de cama colocando-as no armário. Já minhas vestimentas organizei em uma bolsa de praia grande. O apartamento ainda estava interditado então foi bem complicado entrar e mais difícil ainda de sair. Mas consegui, e encontrei Jully no ponto de ônibus logo após o momento em que cheguei. -Pra onde está indo vestido com o uniforme do Matt? E por que tá com essa sacola cheia de roupa?- Olhei para ela coçando a cabeça um pouco sem jeito. -Aquele tio… Parece que ele quer que eu more com ele.- Ela poderia ter ficado feliz, mas sua expressão partiu meu coração. Segurou em meu bíceps com as duas mãos, sacudindo-o.--Então você vai deixar a gente? André, você sabe que todo mundo vai sentir sua falta aqui.- E era verdade, éramos como uma grande família. Eu cresci naquele lugar, muitas idosas dali cuidaram de mim quando era um moleque, e minha mãe não tinha tempo, pois estava trabalhando. Era difícil estar deixando aquele lugar, mas provavelmente o tiozão me descartaria quando enjoasse do meu rosto, por conta disso eu não fazia tanto drama. -Se acalma Jully, não é como se eu estivesse indo me casar com ele. Eu volto logo, daí vou trazer um monte daquelas roupas caras pra você.- Os olhos dela brilharam imediatamente, e nós dois sorríamos feito crianças. -Olhe o que eu comprei, pode ficar pra você, o seu está velho.- Tirei o casaco xadrez que havia adquirido mais cedo da bolsa, e a entreguei. E ela então me abraçou forte e foi muito bem retribuída. -Se cuide, eu não vou ficar aqui pra bater naqueles caras que correm atrás de você- Segurei em sua mão, apertando de leve. -Ok. Se você demorar para voltar , eu mesma vou lá te puxar pelos cabelos.- Continuamos a conversar animadamente quando o ônibus chegou e entrei, descendo em frente ao colégio  exatamente na hora da saída. Corri para a porta e permaneci esperando o Samuel, que chegou exatamente na hora prevista. -Entre, meu anjo.- Assenti com a cabeça e corri para a porta do outro lado, a abrindo e sentando ao seu lado. -Eu trouxe algumas roupas, espero que o Senhor não se incomode- Ele negou com a cabeça, decepcionado. -Não precisava disso, você podia comprar novas. E o que é essa bolsa? É uma falsificação? Compre uma nova, e original.-Assenti com a cabeça, ele parecia se incomodar com isso, mas não ia negar dinheiro.-Comprei vinho para comemorarmos sua mudança, você bebe?- Fiz um rosto falsamente triste. -Não costumo beber, li que beber faz mal para os estudos. Mas faço esse sacrifício pelo senhor.- Sorri de leve, parecendo um pouco envergonhado. -Não quero atrapalhar seus estudos, então não precisa beber se não quiser.- Disse sério, mas ainda sim um tanto vacilante, como se quisesse realmente que eu bebesse. -Não se preocupe com isso, eu bebo.- Provavelmente Samuel pensava que eu tinha um enorme apetite sexual, e tinha mesmo, mas esperava que não quisesse ser comido todos os dias, ou eu acabaria tendo um sério problema em ficar ereto.

Descemos do carro, eram seis e meia e o Hall estava cheio, mas eu já estava acostumando-me a ser encarado daquela forma. Principalmente quando o homem segurou minha mão e fez questão de me exibir como um troféu. Apenas mantive a minha postura comum, andando ao seu lado sem dizer nada nem olhar para ninguém. Chegamos em seu apartamento e a primeira coisa que Samuel fez fora me empurrar contra o sofá, arrancando o uniforme tão agressivamente quanto a forma como me beijava. -Você fica tão sexy com essa roupa.- Disse entre suspiros, nem sequer teve o cuidado de abrir os botões do terno, apenas puxou o terno pelas golas e enfiou a mão por dentro da camisa.  Eu tinha um pouco de medo não com relação a mim, mas se um cara com um fetiche daquele talvez se sentisse daquela forma com um estudante inocente, e o pegasse sem consentimento deste.-Fico, daddy?- O homem me olhou com sobrancelhas em arco, e avançou em meu pescoço o enchendo de marcas. Provavelmente estava tendo um colapso com o tom da minha voz e o significado do que disse. Eu sabia bem os gostos de pessoas como aquela, e agrada-lo seria bastante simples. -Você é sexy. E a coisa mais gostosa que eu já passei a mão-. Eu lhe retribuía com gemidos abafados, e não demorou muito até que estivesse dentro dele. Naquele momento específico eu não conseguia fingir nada, então minhas investidas eram um pouco violentas e não vinham acompanhadas de avisos. Mas ele não reclamava, então não tinha motivos para parar. A sala foi tomada por gemidos por um bom tempo, meu corpo estava úmido pelo suor que escorria pelos meus músculos tensionados e minha boca entre aberta era a válvula de escape para um ar quente que fazia fumaça no ambiente gélido pelo ar condicionado. Senti sua mão pressionar minhas costas com mais força, ele já havia gozado, um pouco rápido até. Mas eu ainda não, portanto não parei até que estivesse satisfeito, e após isso , saí de dentro do homem e me sentei no sofá, meu peito subia e descia para recobrar meu ar. Samuel parecia estar no mesmo estado, então caminhei até a cozinha e peguei um abridor de rolhas,  tirando o vinho da embalagem e o abrindo. Não tive devaneios em bebe-lo direto no bico, sentando aliviado ali, com a garrafa em mãos. -Ei, criança, você diz que não bebe mas quando te olho assim, parece um gogoboy alcóolatra.-Apenas ri sem humor,  enquanto o homem se levantou da posição que estava e deu tapinhas em sua perna para que eu sentasse ali. Estávamos nus, mas a sensação não me era estranha, e parecia não ser para ele, que tomou a garrafa da minha mão e tomou o seu gole, seguido de outro, e outro, enquanto acariciava cada músculo do meu corpo. Não deu sequer dez minutos para que estivesse completamente embriagado falando asneiras. Cocei minha cabeça olhando para aquela situação, fui para o banheiro me lavar com água quente, e ao sair, constatei pelo silêncio, que o tio havia dormido. -Se eu fosse um golpista, eu te mataria e levaria seu dinheiro.- Constatei, enquanto ainda enxugava meus cabelos com a toalha. Tinha que ser atencioso com o cara que estava me sustentando, então me vesti rapidamente com uma camisa social branca e de manga média, o tecido era fino então não esquentava meu corpo, e uma bermuda de cor marrom, prepararia algum alimento que curasse ressaca. Saí do apartamento, e ia caminhando pelo Hall quando vi o homem de cabelos azuis e corri até ele, segurando seu pulso. -Denny, é o seu nome?- O homem me olhou de soslaio e pude sentir o quão incômodo eu parecia ser para ele, mesmo não tendo feito nada. -Por favor, não conte ao seu amigo sobre mim.- Soltei seu pulso, colocando as mãos dentro do bolso da bermuda. Mal sabia eu que aquele homem sequer tinha amigos, e que não seria o tipo de pessoa que perderia seu tempo se enfiando na vida dos outros.

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